terça-feira, 29 de novembro de 2011

Mais triste que o fim, é lembrar do começo.

repito mil vezes a mesma coisa, pra tentar mil vezes repetir os fatos e enfim entender... o que foi que aconteceu?

eu não sei.

eu nunca soube.

eu realmente nunca vou saber.

Créditos : @tvrepublica (demo Supernova)

domingo, 16 de outubro de 2011

I won't let you go.

eu não vou deixar você ir, assim como todas as vezes ja aconteceu. de alguma maneira dessa vez parece ser mais distinto de todas as outras vezes que eu pensei ser, e cheguei a declarar. Algumas coisas me transportam para 3 anos atrás, e as semelhanças me assustam. Sonhos consecutivos me apavoram, e me trazem de volta para a realidade: minha dor. E por que, por que nos dias chuvosos você é minha única compania? Longe ou perto, sinceramente nessa tarde não me importa. Que sejam as imensas idiotices proferidas pelas pontas de seus dedos, ou pelo meu sorriso que ousa aparecer na compreensão de coisas sem sentido, mas que parecem ter. Na verdade eu de nada mais sei, já que nada disso é real. Espero dezenove, espero vinte, espero vinte e um... na esperança de te encontrar em um dos corredores do enorme labirinto. E por favor, leve essa chuva embora junto com as minhas lágrimas, isso é um depoimento de quem já sofreu demais aqui.

domingo, 2 de outubro de 2011

Estrada perdida, porta sem chave.



Tempo perdido, mente enganada... qualquer lembrança vaga de quem um dia aqui viveu. Penso em todas as coisas que já aconteceram, e me esqueço de muitas partes. É como se fosse uma fita velha, que você não pode ver tudo. Lembro de alguns sorrisos, algumas memórias fotografadas. O portão se abrindo, você indo embora, todos sorrindo no meu 8º aniversário, meus passos descompassados com a minha avó na cozinha. Eu queria voltar, na verdade, eu nunca quis ir embora desses lugares. Mas o que fazer? É confuso e irreal, e é arriscado tentar voltar atrás. A insanidade me ataca pelas costas.





quarta-feira, 3 de agosto de 2011

The future

eu passo tanto tempo imaginando meu futuro, fazendo desenhos falsos, querendo mudar o mundo. E então estou nesse exato momento reformulando minha alma, em um quarto escuro com tantas lágrimas acumuladas em meus olhos embaçados, minha cabeça confusa, e minha agenda cheia. Mal sobra tempo para pensar em ser feliz, em andar simplesmente sem rumo, em apenas sorrir. Me sinto insegura em casa, na rua, na escola, no trabalho, e em qualquer lugar não seja em meus sonhos. E você? Você está em todos eles.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Assim.

Foi assim que você se desviou, foi embora, fingiu que não viu. E é assim que farei, igualmente. Não que pagar com a mesma moeda resolva, apenas me satisfaz. Não por completo, pois o tombo foi grande. Não que seja eterno, pois tenho forças para levantar e continuar lutando. Não que eu não queria te esquecer assim, olhar mais pro meu interior e sentir amor. O ódio nunca fez bem a ninguém. Sinto-me triste ao ouvir tantas palavras como essas tais ditas hoje. Vá embora, agora. Tudo passou, não importa mais nada.

sábado, 18 de junho de 2011

I promise I'll be strong.

eu estava com tanto medo, eu sempre tive tanto medo de eu mesma. Só queria dizer o que eu realmente estava pensando, mas eu sempre tive tanto medo de eu mesma. O quanto eu poderia estar grata, não existiam palavras para poder expressar. Os seus cuidados, eu só estava realmente pensando em como dizer, mas eu sempre tive tanto medo de eu mesma. Eu só queria dizer, mas além de dizer, vinha o desejo de demonstrar. E tentar mais uma vez fazer tudo aquilo que o medo de ser eu mesma, e então a adrenalina começa a correr em minhas veias e as palavras disparam em meus lábios e sinto vontade de gritar, pular e fazer todas as coisas que eu jamais teria coragem de fazer quando tinha medo de ser quem eu sou. Dessa vez eu vou ultrapassar todos os meus limites, e as barreiras impossíveis de serem derrubadas vão desaparecer, porque você não me amedronta mais, não mais. Eu agora sou quem eu tanto queria ser, quem eu sempre quis ser. Quem eu sempre fui, só faltava descobrir. Não mais você vai me ver pelos cantos lamentando sobre a minha pobre mente esfarrapada e cheia de machucados, pois agora essa alma tem suas cicatrizes, cicatrizes de uma vida sofrida, porém, com algum significado de vida, aprendizado e muita coisa pra contar. Pra sempre agora você irá olhar para mim com outros olhos, com um ar de.. algum ar, diferente do que via antes. Anteriormente, eu era apenas um pedaço de carne sem sentido vagando pelas ruas, e agora você vai me ver como um ser que também respira e também pode aproveitar. E então a adrenalina acaba, tudo fica confuso e eu volto a ficar calada olhando para o nada sem saber como me expressar e o que expressar. Tudo está muito vazio e confuso, e o amanhã está muito mais perto do que eu posso imaginar ou projetar. Não mais irei sofrer, eu prometo. É brincadeira, pois sei que algum tempo depois estarei mais uma vez. Prometo tentar, isso sim posso cumprir. Eu definitivamente estou começando a acreditar, e a ter a maior prova de que meu salvador existe.

sábado, 28 de maio de 2011

Sweety goodbye.

E eu não te olhei, apenas sussurrei seu nome, como sempre faço. A sua alegria sempre pra me receber, seus pulos de felicidade (ou parte da sua euforia eterna) estavam presentes à minha espera. E então sussurrei seu nome. E agora rezo para que esteja tudo bem em sua nova morada.  E então eu estremeço ao pensar na sua ausência, e que todos os dias no meu retorno ao lar (que foi seu um dia, ou até poucos minutos atrás) você não vai estar me esperando. E tudo isso por um coração frio e egoísta, que mal pode pensar na falta que irá me fazer. E logo nessa semana em que tudo está tão.. tão frio. Eu queria você aqui pra te dar um último abraço, brincar de te provocar só mais uma vez. E também ter visto você hoje de manhã correndo atrás das pombinhas na rua. Espero que possam te amar do mesmo jeito.


Adeus, meu menino

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Decomposição.

Evaporando, ou decompondo-se? E como uma pedra rolando no asfalto, o movimento sem fim e nada vai te perceber no meio do caos. Era assim que aquela pequena garota pensava sobre sua vida: oculta. Tentava desmembrar a dor, e dividi-las como parcelas. Grandes metáforas envolvidas, calafrios e o desejo de fuga.Fugir nunca fora a melhor opção, mas agora era um convite tão tentador. Sua atual situação não era nada agradável: de lado uma amizade, e do outro um coração em jogo. Não sabia o que fazer, tentava encontrar em qualquer lugar uma solução ou sugestão do que poderia ou não fazer em meio ao caos que estava vivendo, em meio à furia vinda de um corpo machucado. Palavras pareciam navalhas, que cortavam-na e jorrava tudo o que havia dentro dela. O desespero ia chegando aceleradamente, com o seu sorriso descontrolado, que não sabia mais a hora que deveria surgir em seus lábios. Palavras nada agradáveis eram dirigidas, mas nada controlava sua mente a ficar desesperada como seu corpo mostrava. Sua mente continuaava no mesmo lugar, mesmo sem saber qual era esse mesmo. Teclas, carros, fumaça, ar, ciscos, olhos, gotas, pingos, rodas, carros, asfalto, terra, areia, luzes... ela estava perdida em um universo de repente desconhecido, e então estendeu a mão para que pudesse ser levada à outro canto. Parou, chorou. Tentou escutar do fundo de sua alma a voz que lhe dizia: tente. Parou, chorou. Cansou de ouvir aquela voz que só a desesperava. Chorou, parou. Correu, correu e dormiu. Acordou e ainda não teve respostas sobre todos os problemas que ainda são vivos e emergentes. Dor. Sua única certeza. Amanhã: seu único medo.

domingo, 8 de maio de 2011

Bem aqui.

Sem sentido, e procuro alguma esperança de sobrevivência em um fundo prateado ou alguma fumaça que alivie esse sufoco. E todas as correntes que prendem a minha mente, e o esquecer de respirar quando algo me ataca. Essa falta dos meus componentes perante todos esses problemas trouxeram esse distúrbio incessante. Me lembro de todos os meus distúrbio dos 13, e que consegui superar.. ou então só mascarei por um tempo. Minha doença eu curei, mas e os traumas de toda a minha vida? Falar e ter alguém pra ouvir de modo técnico nunca adiantou nada. Sem contar o que eu tenho receio em dizer por ser ridículo demais pra qualquer um além da minha mente processar. E se eu entendesse 10% de toda essa loucura que é a vida, seria o bastante para tornar minha vida sã. Já que isso é impossível, continuo a tratar tudo como o estranho, e sentir-me um ser superior, mais um ser incompreendido pelo restante não-pensante de toda a face da Terra.

terça-feira, 3 de maio de 2011

E talvez o desespero sej a arte dos abandonados. Ou então, faça sentido só para aqueles que sentem. E que se dane o mundo enquanto eu estiver perto de você.. sim, eu já disse isso em frente ao espelho tentando me convencer de que não me sinto mais sozinha. É loucura tentar me enganar, e passar por cima de todas as evidências que um dia irão me destruir, como fazem agora. Em minha imaginação queria tornar você uma pessoa melhor, uma pessoa com esperanças, sanidade e amor. Mas a única coisa que minha mente consegue processar sem falhas é sua imagem atual: desesperadora. Sinto vontade de te ligar, de perguntar como posso ajudar a melhorar, mas sei que essas horas sua mente está vaga em algum lugar da Babilônia, a sua Babilônia, seu espaço sem acessos. Eu desejo salvação. Liberte-se das suas correntes que prendem suas memórias e as torturam. Paz para cada milímetro do seu corpo... e alma, alma para aqueles que te acompanham.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Uma calçada cheia de buracos, e um coração aflito.
Lágrimas que não me deixam enxergar nada além de vultos.




domingo, 24 de abril de 2011

A little girl, my Cherry ♥

sábado, 23 de abril de 2011

Without colors, without shoes.

Hard without... you.

Talvez eu seja uma daquelas pessoas que cansam rápido demais. De sonhar, de viver, de amar... que seja! Sinto uma fadiga imensa, algo que não posso controlar. Ao mesmo tempo que a felicidade me consome, eu fico dominada pela preguiça, pelo medo e a indecisão. Dessa vez eu sei que não estou louca, estão todos falando de mim, falando pelas costas, pela frente e por todos os lados. Ouço depressiações gigantescas, o que nunca me tornaram mais forte, ao contrário, sempre me deixaram pior ainda. Que venha de um mendigo, que eu creio que tenha mais dignidade do que uma pessoa como eu. Só vejo o meu lado, muitas vezes... mas a culpa não cabe à mim; é que de tanto falarem de mim, ''mono-reduzi'' tudo para mim. Tudo bem, todo mundo erra. Foda-se, eu não quero saber. Só sei que esse ódio me consome, o que eu sei que é errado e não me faz bem, mas o que fará? NADA mais me faz sentir como anos atrás, se é que eu me sentia bem. Todos esses pecados me consomem, mesmo que eu queira estar longe de tudo isso. Peco, logo me arrependo. Sim, essa seria minha filosofia, se eu não tivesse aderido ao meu movimento hoje. Me sinto culpada e cansada demais para terminar qualquer coisa que seja. Quero que isso passe, e que minhas lágrimas não ousem a fugir dos meus olhos em horas impróprias. Eu não te odeio, só não te respeito. Você nunca mereceu qualquer coisa boa, desde quando eu descobri como você realmente é. Meu egoísmo, sua maneira tão errada de ver as coisas, ou talvez tão certas. Apenas estou cansada demais para terminar seja lá o que for...se é que comecei.

Se hoje eu não te tenho mais, ter tudo não me satisfaz.

Como outra qualquer. Hoje eu sonhei com você, e eu não sei mais o que pensar. Como pude me tornar assim tão dependente, tão frágil? Um copo como qualquer outro, algumas garrafas, cigarros e alguns amigos... não exatamente amigos, já que faz tão pouco tempo. A verdade é que não sei o que de fato estava fazendo ali, já que minha pretenção inicial tinha desaparecido. As horas pareciam não passar, e de repente meu celular tocava desesperado, com uma pessoa tentando me localizar.. sim, o meu herói estava tentando saber onde sua pequena estava, e queria ela em casa naquela hora. Voltando pra casa, quis saber onde estava, a menina já não sabia se estava ali ou em outro espaço. Estava perdida, um corpo vagando pela eternidade de caminhos e quilômetros que pareciam tão mutáveis a cada minuto, segundo, ou milésimo. E aquela era a milésima vez que pensava em uma solução para toda aquela confusão, e como arrumar tempo para fazer tudo o que precisava. Maldito relógio, já marcava um horário excedido... meia noite e meia, em ponto. Aqueles ponteiros a desesperavam, pois estavam sincronizados a toa. Era incrível como até um objeto (irracional) conseguia superar a capacidade dela mesma controlar sua vida. Tudo bem, já era outro dia e ela se via na mesma situação: voltando para casa, em um dia que fora perdido, como todos os outros pois ela não conseguiu mais uma vez controlar seu tempo e sua vida. E via aquela senhora, aquela pobre, fétida e triste senhora falando em uma língua qualquer, desconhecida.. sobre suas dores e amores, suas lutas e fracassos. E então imaginou-se em seu lugar, e como seria seu futuro. Parou para chorar, mas sabia que o mundo continuaria girando, e o relógio rugindo. Se afundou no banco daquele transporte para outros tempos, e assim finalizou seu dia, como todos os outros: cansada de não ter nenhuma boa história para contar.

domingo, 20 de março de 2011

Um único corpo perdido no meu espaço.

Eu só não sei quanto tempo dura, e nunca sei quanto vai durar. Tentei contar dias, mas foi totalmente em vão. E olhando pra esse círculo brilhante, eu tento imaginar uma ''luz no fim do túnel''. Querida ironia, você é quem sempre me acompanha. E quem foi que disse que precisa me aceitar dessa maneira? Ninguém o obriga de absolutamente nada. Eu nunca te pedi pra ir embora, mas então por que fala isso tudo praticamente todos os dias? Se quis ir embora, permaneça pra onde foi... eu não sinto saudades. Com certeza algum dia alguém poderá acabar com tudo isso, e então eu esquecer tudo isso de vez... se é que eu já não esqueci, e são apenas flashbacks. Até porque eu não espero mais ouvir sua voz, e sequer lembro dela. Ao ouvir seu nome, às vezes sinto pavor. Um pavor sem relação alguma com o medo, e sim ao meu... tá, cansei demais para terminar qualquer coisa sobre alguém que não vale a pena.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

You're mine ♥

E quando o mundo pareceu desabar sob a minha cabeça, você esteve lá comigo permanentemente. E assim quando todos tentam humilhar-me ( ou a ti ) você está sempre firme, sempre na defensiva. Apenas não quero nunca perder você, um alguém que me mostrou que o tempo pode ser só mais um símbolo, e de que a chuva pode ser algo bom. Quem me despertou a coragem e resgatou minhas estimas, quando eu não conseguia ao menos observar o meu reflexo. Agora é algo tão natural, é como se você fosse o meu ar, ou meu cordão. Mostrou-me muito mais confiável do que qualquer pessoa no mundo, e acompanha e celebra comigo minhas realizações, assim como eu estou do teu lado. Esse amor é mútuo, essa similaridade exagerada. E que seja assim, sem ninguém para atrapalhar. E que seja assim, sem deixar a desejar. Eu aposto que com você eu posso contar.
Eu te amo, Raisa F. Paschoa ♥

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Tantas coisas que eu quero falar pra você .

Mas jamais consegui. Por que? ♪
Minhas palavras às vezes parecem balas, só esperando serem atiradas. Quase acertei... comecei com as palavras certas, mas no final eu acabei negando tudo. É, eu vou negar o quanto for necessário. Enquanto durar essa doce ilusão, e quiçá até o fim da minha vida. Cresci assim, negando sentimentos... Isso nunca me tornou mais forte. Vezes isso me mandou para um calabouço, onde ninguém mais pôde me ouvir. Hoje ainda estou aqui, e eu desejo desesperadamente o fim dessa agonia. Sei lá, não sei... às vezes eu lamento demais, lembro demais, amo demais. Mas é normal, eu aprendi a ser assim. Até porque todas essas coisas pelas quais passei teve algum significado, olhando pelo lado positivo inexistente em mim. Só procuro uma força maior, que possa me sugar e me prender, até que eu encontre a felicidade. E que a nostalgia dos sorrisos me abandone, e se torne realidade.
Paz, é só isso que eu desejo.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

I need it.

Analiso uma música, ou melhor, eu tento. Mil tentativas de encontrar uma tradução nelas, a que mais reflete minha atual situação. Dou uma pausa, até porque as músicas não são um espelho e minhas dúvidas não podem ser refletidas, mas sim multiplicadas. Um questionamento me leva a outro, e isso me preocupa... Onde está o fim? Paro de me perguntar durante alguns minutos, e meus pensamentos pesam. Algo parecido com o nevoeiro que está lá fora, esse chove e não molha. Ansiedade, loucura, ódio, insegurança, medo, timidez. Mil e um pensamentos, parte perdidos, uma parte roubada. E procurando palavras pra convencer qualquer pessoa de que estou no lugar certo e no tempo errado, eu penso que poderia tentar parar de convencer os demais, e atender às necessidades de minhas convenções. Esse modo destemido em escrever, poderia muito bem funcionar ao falar. Meus pensamentos viram tristeza, é uma metamorfose quase que involuntária. Eu olho para alguns lugares e tento imaginar algo a mais nos mesmos. Espaços vazios, que horas são agitados, outras solitários (especialmente quando estou os observando). Esses lugares poderiam falar, e contar tudo o que acontece, não é? São poucas pessoas que pensam em coisas assim, não que eu queira me sentir um ser superior por pensar em uma coisa tão inútil. Protesto... É inútil pra você! Sempre dei valor aos sentimentos, levando-os em primeiro lugar na minha vida. Penso, penso e logo DESISTO. São tantos problemas, tantos questionamentos. E então começo a pensar nesses espaços vazios, e como deveriam ser definitivamente preenchidos. Como penso muito, acabo relacionando o espaço material, com as lacunas dentro de mim. O coração sempre foi um símbolo, não certamente se ele é o centro das emoções. Mas enfim, desvio o assunto novamente. Mania? Não, é um vício. Lacunas são espaços vazios, certo? Estou certa, não venha me acusar por não conseguir preenchê-los durante todo o tempo. Mas se foram feitos para serem ocupados por algo, porque esse vazio tão grande? Agora eu estou falando de um cubo, mas mudo a qualquer momento para falar do interior de um corpo. Vejo flashes das pessoas conversando, sorrindo ou apenas em silêncio... Solidão. Não que isso seja para sempre, não no cubo. Quer saber? Cansei de falar da minha dor. Estou tentando expô-la, mas é difícil. Tento outra vez, quem sabe amanhã. Hoje se acabaram as justificativas para um sofrimento que estava predestinado. . My depression, my reason. Could you understand it, please? I need your help.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

My grandmom ♥

Pode não ser tão linda quanto sua face, ou como as rosas tão belas que semeava em teu jardim. O seu brilho nunca se apagou, sua respiração nunca parou, pelo menos em minha imaginação. Sinto muito não poder escrever tantas coisas como eu pensei que conseguiria, só sei que faltam palavras pra te agradecer o quanto eu fui/sou feliz ao teu lado. O orgulho de carregar teu sangue em minhas veias toma conta de mim, e logo esqueço-me de quem eu sou. Passo a ser você, por alguns segundos.. mas a verdade é que nada pode te substituir.

Eu te amo, mesmo que isso não seja o suficiente. Elisabete Severina de Deus, eu me desculpo por tudo, por tudo o que eu nunca consegui dizer ou expressar.