quinta-feira, 28 de abril de 2011

Uma calçada cheia de buracos, e um coração aflito.
Lágrimas que não me deixam enxergar nada além de vultos.




domingo, 24 de abril de 2011

A little girl, my Cherry ♥

sábado, 23 de abril de 2011

Without colors, without shoes.

Hard without... you.

Talvez eu seja uma daquelas pessoas que cansam rápido demais. De sonhar, de viver, de amar... que seja! Sinto uma fadiga imensa, algo que não posso controlar. Ao mesmo tempo que a felicidade me consome, eu fico dominada pela preguiça, pelo medo e a indecisão. Dessa vez eu sei que não estou louca, estão todos falando de mim, falando pelas costas, pela frente e por todos os lados. Ouço depressiações gigantescas, o que nunca me tornaram mais forte, ao contrário, sempre me deixaram pior ainda. Que venha de um mendigo, que eu creio que tenha mais dignidade do que uma pessoa como eu. Só vejo o meu lado, muitas vezes... mas a culpa não cabe à mim; é que de tanto falarem de mim, ''mono-reduzi'' tudo para mim. Tudo bem, todo mundo erra. Foda-se, eu não quero saber. Só sei que esse ódio me consome, o que eu sei que é errado e não me faz bem, mas o que fará? NADA mais me faz sentir como anos atrás, se é que eu me sentia bem. Todos esses pecados me consomem, mesmo que eu queira estar longe de tudo isso. Peco, logo me arrependo. Sim, essa seria minha filosofia, se eu não tivesse aderido ao meu movimento hoje. Me sinto culpada e cansada demais para terminar qualquer coisa que seja. Quero que isso passe, e que minhas lágrimas não ousem a fugir dos meus olhos em horas impróprias. Eu não te odeio, só não te respeito. Você nunca mereceu qualquer coisa boa, desde quando eu descobri como você realmente é. Meu egoísmo, sua maneira tão errada de ver as coisas, ou talvez tão certas. Apenas estou cansada demais para terminar seja lá o que for...se é que comecei.

Se hoje eu não te tenho mais, ter tudo não me satisfaz.

Como outra qualquer. Hoje eu sonhei com você, e eu não sei mais o que pensar. Como pude me tornar assim tão dependente, tão frágil? Um copo como qualquer outro, algumas garrafas, cigarros e alguns amigos... não exatamente amigos, já que faz tão pouco tempo. A verdade é que não sei o que de fato estava fazendo ali, já que minha pretenção inicial tinha desaparecido. As horas pareciam não passar, e de repente meu celular tocava desesperado, com uma pessoa tentando me localizar.. sim, o meu herói estava tentando saber onde sua pequena estava, e queria ela em casa naquela hora. Voltando pra casa, quis saber onde estava, a menina já não sabia se estava ali ou em outro espaço. Estava perdida, um corpo vagando pela eternidade de caminhos e quilômetros que pareciam tão mutáveis a cada minuto, segundo, ou milésimo. E aquela era a milésima vez que pensava em uma solução para toda aquela confusão, e como arrumar tempo para fazer tudo o que precisava. Maldito relógio, já marcava um horário excedido... meia noite e meia, em ponto. Aqueles ponteiros a desesperavam, pois estavam sincronizados a toa. Era incrível como até um objeto (irracional) conseguia superar a capacidade dela mesma controlar sua vida. Tudo bem, já era outro dia e ela se via na mesma situação: voltando para casa, em um dia que fora perdido, como todos os outros pois ela não conseguiu mais uma vez controlar seu tempo e sua vida. E via aquela senhora, aquela pobre, fétida e triste senhora falando em uma língua qualquer, desconhecida.. sobre suas dores e amores, suas lutas e fracassos. E então imaginou-se em seu lugar, e como seria seu futuro. Parou para chorar, mas sabia que o mundo continuaria girando, e o relógio rugindo. Se afundou no banco daquele transporte para outros tempos, e assim finalizou seu dia, como todos os outros: cansada de não ter nenhuma boa história para contar.