sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Tantas coisas que eu quero falar pra você .

Mas jamais consegui. Por que? ♪
Minhas palavras às vezes parecem balas, só esperando serem atiradas. Quase acertei... comecei com as palavras certas, mas no final eu acabei negando tudo. É, eu vou negar o quanto for necessário. Enquanto durar essa doce ilusão, e quiçá até o fim da minha vida. Cresci assim, negando sentimentos... Isso nunca me tornou mais forte. Vezes isso me mandou para um calabouço, onde ninguém mais pôde me ouvir. Hoje ainda estou aqui, e eu desejo desesperadamente o fim dessa agonia. Sei lá, não sei... às vezes eu lamento demais, lembro demais, amo demais. Mas é normal, eu aprendi a ser assim. Até porque todas essas coisas pelas quais passei teve algum significado, olhando pelo lado positivo inexistente em mim. Só procuro uma força maior, que possa me sugar e me prender, até que eu encontre a felicidade. E que a nostalgia dos sorrisos me abandone, e se torne realidade.
Paz, é só isso que eu desejo.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

I need it.

Analiso uma música, ou melhor, eu tento. Mil tentativas de encontrar uma tradução nelas, a que mais reflete minha atual situação. Dou uma pausa, até porque as músicas não são um espelho e minhas dúvidas não podem ser refletidas, mas sim multiplicadas. Um questionamento me leva a outro, e isso me preocupa... Onde está o fim? Paro de me perguntar durante alguns minutos, e meus pensamentos pesam. Algo parecido com o nevoeiro que está lá fora, esse chove e não molha. Ansiedade, loucura, ódio, insegurança, medo, timidez. Mil e um pensamentos, parte perdidos, uma parte roubada. E procurando palavras pra convencer qualquer pessoa de que estou no lugar certo e no tempo errado, eu penso que poderia tentar parar de convencer os demais, e atender às necessidades de minhas convenções. Esse modo destemido em escrever, poderia muito bem funcionar ao falar. Meus pensamentos viram tristeza, é uma metamorfose quase que involuntária. Eu olho para alguns lugares e tento imaginar algo a mais nos mesmos. Espaços vazios, que horas são agitados, outras solitários (especialmente quando estou os observando). Esses lugares poderiam falar, e contar tudo o que acontece, não é? São poucas pessoas que pensam em coisas assim, não que eu queira me sentir um ser superior por pensar em uma coisa tão inútil. Protesto... É inútil pra você! Sempre dei valor aos sentimentos, levando-os em primeiro lugar na minha vida. Penso, penso e logo DESISTO. São tantos problemas, tantos questionamentos. E então começo a pensar nesses espaços vazios, e como deveriam ser definitivamente preenchidos. Como penso muito, acabo relacionando o espaço material, com as lacunas dentro de mim. O coração sempre foi um símbolo, não certamente se ele é o centro das emoções. Mas enfim, desvio o assunto novamente. Mania? Não, é um vício. Lacunas são espaços vazios, certo? Estou certa, não venha me acusar por não conseguir preenchê-los durante todo o tempo. Mas se foram feitos para serem ocupados por algo, porque esse vazio tão grande? Agora eu estou falando de um cubo, mas mudo a qualquer momento para falar do interior de um corpo. Vejo flashes das pessoas conversando, sorrindo ou apenas em silêncio... Solidão. Não que isso seja para sempre, não no cubo. Quer saber? Cansei de falar da minha dor. Estou tentando expô-la, mas é difícil. Tento outra vez, quem sabe amanhã. Hoje se acabaram as justificativas para um sofrimento que estava predestinado. . My depression, my reason. Could you understand it, please? I need your help.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

My grandmom ♥

Pode não ser tão linda quanto sua face, ou como as rosas tão belas que semeava em teu jardim. O seu brilho nunca se apagou, sua respiração nunca parou, pelo menos em minha imaginação. Sinto muito não poder escrever tantas coisas como eu pensei que conseguiria, só sei que faltam palavras pra te agradecer o quanto eu fui/sou feliz ao teu lado. O orgulho de carregar teu sangue em minhas veias toma conta de mim, e logo esqueço-me de quem eu sou. Passo a ser você, por alguns segundos.. mas a verdade é que nada pode te substituir.

Eu te amo, mesmo que isso não seja o suficiente. Elisabete Severina de Deus, eu me desculpo por tudo, por tudo o que eu nunca consegui dizer ou expressar.