eu não vou deixar você ir, assim como todas as vezes ja aconteceu. de alguma maneira dessa vez parece ser mais distinto de todas as outras vezes que eu pensei ser, e cheguei a declarar. Algumas coisas me transportam para 3 anos atrás, e as semelhanças me assustam. Sonhos consecutivos me apavoram, e me trazem de volta para a realidade: minha dor. E por que, por que nos dias chuvosos você é minha única compania? Longe ou perto, sinceramente nessa tarde não me importa. Que sejam as imensas idiotices proferidas pelas pontas de seus dedos, ou pelo meu sorriso que ousa aparecer na compreensão de coisas sem sentido, mas que parecem ter. Na verdade eu de nada mais sei, já que nada disso é real. Espero dezenove, espero vinte, espero vinte e um... na esperança de te encontrar em um dos corredores do enorme labirinto. E por favor, leve essa chuva embora junto com as minhas lágrimas, isso é um depoimento de quem já sofreu demais aqui.
Quando a gente se acostuma a se relacionar com uma pessoa, o término pode dar aquela amostra grátis do fim do mundo: a gente acha que pode até morrer de amor e de saudade (morre nada, linda! Tô vivíssima), que nunca mais vamos encontrar alguém "que te entenda, complete e blablabla". A verdade é que isso é tudo lorota. Existem 63764874638263828473737382482 pessoas no universo, e com certeza alguém melhor (ou quem sabe até um sósia) você vai encontrar. A gente fica na bad por dias, meses, emagrece, tenta ficar mais bonita pra ver se aquele "the one" volta. Mas vou te dar uma triste notícia: ele não volta. Não volta porque se acabou de um jeito trágico, nem deve voltar, e se voltar vai dar merda! A gente também acha que o mundo vai acabar, mas não acaba (não por causa de um boy). O que eu já percebi é que depois de um tempo a gente não sente falta daquela pessoa em especial: a falta é de ter alguém, quem sabe até melhor. Alguém pra te acompanhar e dividir o fa...

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