são tantas dúvidas,expectativas e deciões a tomar. Sinto como se estivesse em cárcere privado, ou então em um quarto branco de um manicomico. São tão estranhas sensações, loucuras, gritos à flor da pele. Histeria à beira da morte, cobranças sem fim. Quando não tenho nada, parece que perdi tudo.. ou então o contrário. uma canção rabiscada, um corpo estirado, ou alguém muito doente. Alguns neurônios mortos aqui, outros alí. Isso não significa nada, porque o mais importante é se dopar. Dores intermináveis, escândalos, gritos de socorro. Clamando o mais forte que pode, querendo o que ninguém no mundo nunca teve. A paz. Sim, eu sei que você quer a paz. Mas está tudo morto, que só resta o silêncio.. e o que eram os barulhos intermináveis e de intensa euforia, agora são apenas suspiros, lágrimas e sangue. Minha alma já me abandonou, não sei porque ainda estou aqui.
Quando a gente se acostuma a se relacionar com uma pessoa, o término pode dar aquela amostra grátis do fim do mundo: a gente acha que pode até morrer de amor e de saudade (morre nada, linda! Tô vivíssima), que nunca mais vamos encontrar alguém "que te entenda, complete e blablabla". A verdade é que isso é tudo lorota. Existem 63764874638263828473737382482 pessoas no universo, e com certeza alguém melhor (ou quem sabe até um sósia) você vai encontrar. A gente fica na bad por dias, meses, emagrece, tenta ficar mais bonita pra ver se aquele "the one" volta. Mas vou te dar uma triste notícia: ele não volta. Não volta porque se acabou de um jeito trágico, nem deve voltar, e se voltar vai dar merda! A gente também acha que o mundo vai acabar, mas não acaba (não por causa de um boy). O que eu já percebi é que depois de um tempo a gente não sente falta daquela pessoa em especial: a falta é de ter alguém, quem sabe até melhor. Alguém pra te acompanhar e dividir o fa...

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