" tento imaginar tudo que eu falei pra você,montado em um quebra cabeça. é,pode ser tosca essa forma de imaginar,mas pra mim faz todo o sentido do mundo. imaginando em detalhes,não é que tudo se encaixa? juntando todas as peças,eu formo seu coração. mas o que posso fazer se você gosta das peças bagunçadas ( um coração quebrado). mas imaginando melhor ainda,eu percebo que falta uma peça,ainda assim. sim,falta uma peça do seu coração para montar. esse pedaço você deu à alguém não merecedor,alguém que está derrotando,derrotando,e fazendo você ( o dono do quebra cabeça ) pensar que está cuidando bem de tudo. você ao menos uma vez pensou? você ao menos uma vez quis saber o que no fundo eu sentia,quando eu me desligava do mundo todo,e te dizia pra se cuidar e tentava demonstrar o quanto eu me importava com você? talvez nos sonhos,não sei. eu quero acreditar nos sonhos,eu quero acreditar em tudo que eu construi,eu quero acreditar em você. quando quiser sua última peça,me procure. eu sei como substituir."
Quando a gente se acostuma a se relacionar com uma pessoa, o término pode dar aquela amostra grátis do fim do mundo: a gente acha que pode até morrer de amor e de saudade (morre nada, linda! Tô vivíssima), que nunca mais vamos encontrar alguém "que te entenda, complete e blablabla". A verdade é que isso é tudo lorota. Existem 63764874638263828473737382482 pessoas no universo, e com certeza alguém melhor (ou quem sabe até um sósia) você vai encontrar. A gente fica na bad por dias, meses, emagrece, tenta ficar mais bonita pra ver se aquele "the one" volta. Mas vou te dar uma triste notícia: ele não volta. Não volta porque se acabou de um jeito trágico, nem deve voltar, e se voltar vai dar merda! A gente também acha que o mundo vai acabar, mas não acaba (não por causa de um boy). O que eu já percebi é que depois de um tempo a gente não sente falta daquela pessoa em especial: a falta é de ter alguém, quem sabe até melhor. Alguém pra te acompanhar e dividir o fa...

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