se todas as vezes em que meu mundo pareceu perder todas as cores, eu desistisse, eu não mais viveria. e se à cada queda eu me entregasse aos calabouços, não mais aqui eu estaria. o problema está na batalha para conquistar, e quando consigo o que quero, não sei o que fazer. é, eu estou com o ''queijo e a faca'' na mão. o problema é tomar um decisão, e saber a velocidade correta.. já que cronometrar ações para mim é uma tarefa quase impossível. eu só sei que é preciso manter a calma, mas nessas alturas essa palavra eu desconheço.
Quando a gente se acostuma a se relacionar com uma pessoa, o término pode dar aquela amostra grátis do fim do mundo: a gente acha que pode até morrer de amor e de saudade (morre nada, linda! Tô vivíssima), que nunca mais vamos encontrar alguém "que te entenda, complete e blablabla". A verdade é que isso é tudo lorota. Existem 63764874638263828473737382482 pessoas no universo, e com certeza alguém melhor (ou quem sabe até um sósia) você vai encontrar. A gente fica na bad por dias, meses, emagrece, tenta ficar mais bonita pra ver se aquele "the one" volta. Mas vou te dar uma triste notícia: ele não volta. Não volta porque se acabou de um jeito trágico, nem deve voltar, e se voltar vai dar merda! A gente também acha que o mundo vai acabar, mas não acaba (não por causa de um boy). O que eu já percebi é que depois de um tempo a gente não sente falta daquela pessoa em especial: a falta é de ter alguém, quem sabe até melhor. Alguém pra te acompanhar e dividir o fa...

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